Curiosidades felinas I

Porakaa

Comportamento e saúde animal

Os felinos (felidae) são uma família do reino animal com pouca subdivisão, mesmo havendo particularidades existem muito mais coisas em comum entre as 41 espécies, que são divididas em duas subfamílias:  

Pantherinae (tigres, leões, onças-pintadas, leopardo-das-neves e leopardos)

– Felinae (guepardos, suçuaranas, linces, jaguatiricas e gatos domésticos)

Algumas características definem a maioria das espécies, e uma das principais é serem animais solitários, que encontram outros da mesma espécie apenas para procriar e ficam com a cria por tempo determinado. A exceção são os leões, que possuem uma estrutura social familiar vivendo e caçando em grupos para sobreviver. Porém o pouco tempo que os felinos ficam com a mãe é crucial no seu desenvolvimento e capacidade de sobreviver sozinho posteriormente. Em gatos domésticos a fase mais sensível de aprendizado é até o final do segundo mês de vida, no qual também é recomendado que tenham contato com humanos para se tornarem mais dóceis. Falhas nessa fase de socialização ou desmame precoce podem favorecer quadros de desvios comportamentais como fobias, agressividade e compulsões.

Os felinos são animais territoriais, apesar de relatos de colônias de gatos domésticos vivendo juntos. Esses casos não podem ser tomados como parâmetro para afirmar que vivem em grupos, pois esse tipo de observação só é possível em locais com interferência humana que fornecem alimento e abrigo abundantes e diminuem consideravelmente a necessidade de disputa por recursos.

Ainda sobre seu território, é muito importante para esses animais marcar presença através de seus odores, seja através da urina ou de feromônios (compostos químicos com a função de comunicação) pela arranhadura ou “se esfregar” em algo, usando essas estratégias para deixar claro a invasores e competidores que aquela área já tem dono. Para isso possuem glândulas em regiões específicas do corpo como bochechas, cabeça, unhas, coxins, perianal, região mamária, próximo ao rabo.

Essa orientação deles através de odores é tão importante que é muito comum acontecer casos de animais que se dão bem por muito tempo, mas após a saída de um deles de casa para ir ao veterinário ou tomar banho, por exemplo, já é o suficiente para que no seu retorno (com um cheiro diferente) o que ficou em casa não o reconheça e se torne agressivo, sendo necessário que se faça novamente um processo de adaptação como se eles nunca tivessem se conhecido.

Muita confusão pode ser feita entre a nossa percepção do comportamento de um gato e do que ele realmente está querendo dizer. Para auxiliar na comunicação entre você e ele, entender o que ele está sentindo, como melhorar a relação e o bem estar, oferecemos um atendimento de comunicação animal, clica aqui para dar uma olhada!

Leia Também

Compartilhe!

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on telegram

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Abrir chat
Precisa de ajuda?
Powered by